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Consórcio é regulado pela Lei 11.795/2008 e fiscalizado pelo Banco Central do Brasil. Não é financiamento e não tem juros.
(11) 99999-9999
Cartas de R$ 400 mil a R$ 5 milhões

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O consórcio de imóvel troca juros por taxa de administração. Em 1 minuto você recebe a tabela real de parcelas, o custo total ponta a ponta e a estratégia de lance mais provável para o seu grupo. Atendimento em todo o Brasil, sem custo e sem compromisso.

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  • Sem juros. Você paga o valor do bem mais a taxa de administração, informada por escrito antes de assinar.
  • Sem entrada e sem comprovação de renda no momento da adesão.
  • A carta contemplada compra à vista: apartamento, casa, terreno, construção, reforma, imóvel comercial ou quitação de um financiamento que você já tem.
  • FGTS aceito para lance, complemento da carta ou amortização, nas regras do imóvel residencial.
R$ 283,5 bi
em cartas de imóveis comercializadas no Brasil em 2025, alta de 48,4% (ABAC)
145,4 mil
contemplações no segmento de imóveis em 2025, alta de 26% (ABAC)
3 milhões
de participantes ativos em consórcio de imóveis em abril de 2026 (ABAC)

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Qual o valor do imóvel que você quer comprar? Passo 1 de 3

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Como você confere que isso é sério

Os dois números lado a lado

Consórcio ou financiamento imobiliário: a comparação em números

Quem compra imóvel acima de R$ 400 mil confere conta. Então aqui está a conta, com as premissas abertas, incluindo o ponto em que o financiamento ganha.

Quando o financiamento ainda é a melhor escolha

Se você precisa da posse do imóvel nos próximos 60 dias e não tem recurso para dar lance, consórcio não serve para o seu caso. No financiamento a posse é imediata. No consórcio, ela depende da contemplação, que ocorre por sorteio ou lance e não tem prazo garantido. Se for o seu cenário, a gente vai te dizer isso na primeira conversa.

A conta acima é um exemplo. A sua sai com a taxa real da administradora e o prazo que você escolher.

Comparação entre consórcio de imóvel e financiamento imobiliário para um imóvel de R$ 500 mil
Imóvel de R$ 500.000 Consórcio Financiamento
Entrada exigida R$ 0 R$ 100.000 (20%)
Juros Não há 11,19% ao ano mais TR
Custo do serviço Taxa de administração de 20% mais fundo de reserva de 2% Juros compostos sobre o saldo devedor, mais seguros e tarifas
Parcela inicial R$ 3.050 R$ 5.218
Desembolso nominal total R$ 610.000 em 200 meses R$ 927.920 em 240 meses
Renda necessária Não há análise de comprometimento de renda na adesão Cerca de R$ 17.400 por mês, teto de 30% da renda bruta
Uso do FGTS Sim, para lance, complemento ou amortização Sim, para entrada ou amortização
Posse do imóvel Após a contemplação, por sorteio ou lance Imediata
Poder de negociação Comprador à vista, abre desconto na compra Compra financiada, prazo de análise do banco

Simulação ilustrativa de setembro de 2026. Consórcio: carta de R$ 500.000 em 200 meses, taxa de administração de 20% e fundo de reserva de 2%. Financiamento: SAC de 240 meses, entrada de 20%, 11,19% ao ano (taxa citada para o SAC da Caixa em 2026), TR igual a zero e sem seguros MIP e DFI. As parcelas e o valor da carta de crédito são reajustados uma vez por ano pelo índice previsto em contrato, em geral o INCC, e o crédito recebido sobe junto. Condições variam conforme a administradora, o grupo e o prazo contratado.

Transparência de custos

O que você paga em um consórcio de imóvel

  1. Fundo comum

    É o valor do bem em si, a parte que forma o crédito do grupo e volta para você como carta.

  2. Taxa de administração

    Remuneração da administradora, cobrada proporcionalmente aos meses de duração do plano e diluída em todas as parcelas. No mercado imobiliário fica em uma faixa de 15% a 25% do valor da carta, conforme a administradora e o prazo. A taxa exata do plano que a gente oferecer é informada por escrito antes da assinatura. Não existe taxa média oficial publicada pelo Banco Central.

  3. Fundo de reserva

    Reserva que protege o grupo de inadimplência, tipicamente de 1% a 3% do valor do crédito.

  4. Seguro e reajuste anual

    Pode haver seguro prestamista sobre o saldo devedor, conforme o plano. Uma vez por ano, a carta de crédito e as parcelas são reajustadas pelo índice previsto em contrato, em geral o INCC. Isso é correção do poder de compra, não juros: a carta acompanha o custo do imóvel.

Todos os componentes da prestação são discriminados em valores nominais e percentuais no contrato, conforme a Resolução BCB nº 285/2023. Consórcio não é operação de crédito e não é aplicação financeira: não há juros e não há rentabilidade prometida.

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R$ 500.000
R$ 400 mil R$ 3 milhões

Premissas: taxa de administração de 21% e fundo de reserva de 2% no consórcio. Financiamento comparado no mesmo prazo, sistema SAC, entrada de 20% e juros de 11,19% ao ano (taxa citada para o SAC da Caixa em 2026), com TR igual a zero e sem seguros MIP e DFI. Simulação ilustrativa de setembro de 2026. As parcelas e a carta são reajustadas uma vez por ano pelo índice do contrato, em geral o INCC. Condições reais variam por administradora e por grupo.

Parcela inicial no consórcio
R$ 3.202
Desembolso total no consórcio
R$ 640.500
Primeira parcela no financiamento, mesmo prazo
R$ 4.751
Desembolso total no financiamento, mesmo prazo
R$ 1.156.400
Diferença a favor do consórcio
R$ 515.900
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Sem mistério

Como funciona o consórcio de imóveis, passo a passo

  1. Escolha da carta de crédito e do grupo

    Você define o valor da carta pelo imóvel que quer comprar, não pelo que cabe na sua renda hoje. A gente compara os grupos disponíveis nas administradoras autorizadas e mostra taxa de administração, prazo, regra de lance e histórico de contemplações de cada um.

  2. Adesão e assembleias mensais

    Não há entrada obrigatória nem análise de comprometimento de renda para entrar. Todo mês o grupo se reúne em assembleia e contempla participantes por sorteio e por lance.

  3. Contemplação por sorteio ou por lance

    O lance é a alavanca que você controla. Existem três formatos: lance livre com recurso próprio, lance fixo definido pelo grupo e lance embutido, em que parte da própria carta é usada como oferta, tipicamente até 25% ou 30%. O FGTS também pode entrar como lance em imóvel residencial.

    Importante: todo participante adimplente é contemplado até o encerramento do grupo, mas ninguém pode prometer a data. Quem prometer um mês específico de contemplação está descumprindo a regulamentação do setor.

  4. Liberação da carta e compra à vista

    Contemplado, você passa pela análise cadastral para liberação do crédito e recebe a carta. A partir daí você negocia como comprador à vista, o que costuma abrir desconto real, e usa o crédito em imóvel novo, usado, na planta, comercial, terreno, construção, reforma ou para quitar um financiamento que você já tem.

Um consultor monta o passo a passo com o seu valor, o seu prazo e a estratégia de lance que faz sentido.

Para quem funciona melhor

Três situações em que a carta acima de R$ 400 mil resolve

  • Troca de imóvel

    Você já tem um imóvel e quer subir de padrão

    O imóvel atual vira recurso de lance, e a carta cobre a diferença sem colocar você em um financiamento novo com juros de duas casas. É o cenário em que o lance costuma ser mais forte, porque existe patrimônio para ofertar.

    Costuma combinar com: cartas de R$ 600 mil a R$ 1,2 milhão

  • Investimento

    Você compra para alugar ou revender

    A parcela do consórcio é cerca de 40% menor que a do financiamento no mesmo valor, então o aluguel cobre uma fatia bem maior do custo mensal. E o poder de compra à vista na contemplação abre desconto na aquisição, o que melhora a conta desde o primeiro dia.

    Costuma combinar com: duas ou mais cotas somadas

  • Terreno, obra e imóvel comercial

    Você quer construir ou comprar a sua sede

    É exatamente onde o banco atende mal: construção exige linha específica, medição de obra e garantia, e imóvel comercial sai mais caro e mais burocrático. Uma única carta cobre terreno, obra, reforma ou a sala comercial.

    Atenção: FGTS não se aplica a comercial nem a terreno sem construção residencial

Não se encaixou em nenhum dos três? Conte o seu caso e a gente diz com franqueza se o consórcio resolve.

O mercado, em números que dá para conferir

O consórcio de imóveis não é alternativa de nicho. Virou a maior porta de entrada do setor.

Em 2025, mais da metade de todo o volume financeiro do Sistema de Consórcios brasileiro veio de imóveis. Nos cinco primeiros meses de 2026, as adesões no segmento cresceram 43,7% sobre o mesmo período do ano anterior.

+48,4%
de crescimento em créditos de imóveis comercializados em 2025
145,4 mil
contemplações no segmento de imóveis em 2025, alta de 26%
R$ 209,7 mil
ticket médio do segmento em 2025. Uma carta acima de R$ 400 mil está no dobro da média
3 milhões
de participantes ativos em consórcio de imóveis em abril de 2026

Fonte: ABAC, Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, dados de dezembro de 2025 e de abril e maio de 2026.

Eu ia financiar um apartamento de R$ 750 mil e a simulação do banco fechava em quase R$ 1,4 milhão. Montamos uma estratégia com duas cotas e um lance planejado. Comprei à vista e ainda negociei desconto com a construtora.
Nome do cliente, cidade (UF). Carta de R$ 750 mil.
O que me convenceu foi ter ouvido em que cenário o consórcio não valeria a pena para mim. Ninguém tinha me dito isso antes. Aí eu confiei no resto da conversa.
Nome do cliente, cidade (UF). Carta de R$ 1,1 milhão.
Usei o FGTS como lance, contemplei e comprei a sala comercial que eu alugava havia seis anos. A parcela ficou menor do que o aluguel que eu pagava.
Nome do cliente, cidade (UF). Carta de R$ 480 mil.
Leia antes de fechar com qualquer um

Como identificar e evitar golpes de carta contemplada

O golpe mais comum do setor não é o consórcio: são terceiros que se passam por representantes e cobram um valor antecipado para "liberar" uma carta já contemplada. Três regras que valem para qualquer empresa, inclusive para a TF:

  1. O boleto sai em nome da administradora

    Nunca em nome de intermediário, consultor ou pessoa física. Confira o beneficiário antes de pagar.

  2. Não existe taxa antecipada para contemplar

    Nenhum pagamento fora do plano acelera sorteio. Quem cobra isso está aplicando um golpe.

  3. A administradora pode ser conferida em 30 segundos

    Consulte o nome dela em bcb.gov.br/meubc/encontreinstituicao. Se não aparecer como autorizada, não assine nada.

Dúvidas

Perguntas frequentes sobre consórcio de imóvel

Como funciona o consórcio de imóvel?

O consórcio de imóvel é uma compra planejada em grupo, regulada pela Lei 11.795/2008 e fiscalizada pelo Banco Central. Um grupo de pessoas com o mesmo objetivo forma um fundo comum, e todo mês há uma assembleia em que participantes são contemplados por sorteio ou por lance.

Quem é contemplado recebe uma carta de crédito e compra o imóvel à vista, negociando como comprador com dinheiro na mão. Não há incidência de juros: você paga o valor do bem mais taxa de administração e fundo de reserva.

Consórcio de imóvel vale a pena em 2026?

Vale a pena para quem tem de 12 meses a alguns anos de prazo e quer reduzir o custo total da compra. Com o financiamento do SBPE entre 11% e 12% ao ano mais TR em 2026, o custo dos juros em um contrato longo costuma superar o valor do próprio imóvel. O consórcio troca juros por taxa de administração, que fica em uma faixa de mercado de 15% a 25% do crédito, diluída em todo o plano.

Não vale a pena para quem precisa da posse do imóvel nos próximos 60 dias e não tem recurso para dar lance. Nesse caso o financiamento é a opção adequada, e a gente vai te dizer isso.

Qual a diferença entre consórcio e financiamento imobiliário?

No financiamento você toma crédito de um banco e paga juros sobre o saldo devedor, com entrada mínima de 20% do valor de avaliação e parcela limitada a 30% da renda bruta comprovada. No consórcio você entra em um grupo de autofinanciamento, sem juros, sem entrada obrigatória e sem análise de comprometimento de renda na adesão.

A diferença central é o tempo: no financiamento a posse é imediata; no consórcio a posse depende da contemplação, por sorteio ou lance, e não tem prazo garantido.

Quanto fica a parcela de um consórcio de R$ 500 mil?

Em uma simulação ilustrativa de carta de R$ 500 mil em 200 meses, com taxa de administração de 20% e fundo de reserva de 2%, o desembolso nominal é de R$ 610 mil e a parcela inicial fica em torno de R$ 3.050.

No mesmo exemplo, um financiamento SAC de 240 meses a 11,19% ao ano, com 20% de entrada, tem parcela inicial próxima de R$ 5.218 e desembolso total de aproximadamente R$ 927,9 mil. Simulação de setembro de 2026, com TR igual a zero e sem seguros. Valores variam conforme a administradora, o grupo e o prazo.

Qual é a taxa de administração do consórcio de imóvel?

A taxa de administração do consórcio de imóveis fica em uma faixa de mercado de 15% a 25% do valor da carta, dependendo da administradora e do prazo do plano. Ela é cobrada proporcionalmente aos meses de duração e diluída em todas as parcelas, não é um custo cobrado à parte no início.

Além dela existe o fundo de reserva, tipicamente de 1% a 3%, e pode haver seguro prestamista. Não existe taxa média oficial publicada pelo Banco Central ou pela ABAC, por isso informamos a taxa exata do plano ofertado por escrito, antes da assinatura.

Quanto tempo demora para ser contemplado no consórcio de imóvel?

Não existe prazo garantido de contemplação, e quem promete uma data específica está descumprindo a regulamentação do setor. A contemplação ocorre por sorteio ou por lance nas assembleias mensais.

Todo participante adimplente é contemplado até o encerramento do grupo, porque o grupo é dimensionado para isso. Quem tem recurso disponível para ofertar lance, inclusive lance embutido ou FGTS, costuma antecipar bastante a contemplação. É essa estratégia que montamos na simulação, com o histórico real de lances contemplados do grupo, não com média genérica de internet.

Posso usar o FGTS no consórcio de imóvel?

Sim, dentro das regras do SFH. O FGTS pode ser usado para dar lance, para complementar o valor da carta e para amortizar ou quitar parcelas.

As condições são: no mínimo 3 anos de contribuição ao FGTS somando empregadores, imóvel residencial urbano destinado à moradia própria, não possuir outro imóvel residencial no município onde mora ou trabalha e não ter financiamento ativo no SFH. O teto de avaliação do imóvel no SFH em 2026 é de R$ 2,25 milhões. Para imóvel comercial, terreno sem construção residencial ou segundo imóvel, o FGTS não pode ser usado.

Posso usar a carta de crédito para quitar um financiamento imobiliário?

Sim. A quitação de financiamento imobiliário existente é um dos usos previstos para a carta de crédito de imóveis. Na prática, é a troca de um saldo devedor com juros por um saldo de consórcio sem juros.

É uma das operações mais procuradas por quem financiou nos últimos anos com taxa alta. A análise depende do saldo devedor atual, do valor da carta e da situação do contrato em vigor.

O consórcio é seguro? Quem fiscaliza as administradoras?

O consórcio é regulado pela Lei 11.795/2008 e as administradoras são autorizadas, supervisionadas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil. Qualquer pessoa pode conferir gratuitamente se uma administradora está autorizada em bcb.gov.br/meubc/encontreinstituicao.

Os golpes do setor vêm de terceiros que se passam por representantes e cobram valores antecipados para liberar uma carta contemplada. A regra é simples: o boleto sai sempre em nome da administradora autorizada, nunca de um intermediário, e não existe taxa antecipada para contemplar.

Posso comprar imóvel comercial, terreno ou usar a carta para construir?

Sim. A carta de crédito de imóveis cobre imóvel novo, usado, na planta, imóvel comercial, sala, galpão, terreno urbano, construção em terreno próprio, reforma e ampliação, além da quitação de financiamento imobiliário existente.

Na modalidade terreno mais construção é comum o limite de até 50% do crédito para a compra do terreno, com o restante destinado à obra. Construção e reforma exigem projeto aprovado, acompanhamento de obra pela administradora e apresentação de garantia.

Ficou uma dúvida que não está aqui? Pergunte direto, a resposta vem junto com a simulação.

Fale com um consultor especializado em cartas acima de R$ 400 mil

Você recebe a tabela real do grupo, a taxa de administração exata, o histórico de lances contemplados e o cenário em que consórcio não seria a melhor escolha para o seu caso. Sem custo, sem compromisso e sem robô do outro lado.

A assembleia dos grupos acontece uma vez por mês. Adesões confirmadas antes da assembleia entram já na rodada seguinte de sorteio e lance.

Retorno em até 2 horas úteis. Ao enviar, você autoriza a TF Investimentos a entrar em contato sobre esta simulação, conforme a Política de Privacidade.

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